Anvisa interdita lote de leite condensado por bactéria e alerta sobre suplementos irregulares

Anvisa interdita lote de leite condensado por bactéria e alerta sobre suplementos irregulares

Imagem: Divulgação da internet

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a interdição cautelar de um lote de leite condensado semidesnatado da marca La Vaquita, após análises detectarem contaminação bacteriana acima dos limites permitidos, e também apontou irregularidades em suplementos alimentares vendidos no país.

A medida foi publicada no início desta semana no Diário Oficial da União e integra ações de monitoramento da agência para proteger a saúde dos consumidores.

Produto lácteo é reprovado em teste microbiológico

Segundo a Anvisa, o lote 183/3 B do leite condensado La Vaquita não passou no teste microbiológico de Estafilococos Coagulase Positiva (ECP) — exame que detecta a presença da bactéria Staphylococcus aureus em alimentos, bebidas e embalagens. Essa bactéria, quando encontrada em níveis elevados, pode causar intoxicação alimentar e outros agravos à saúde.

O teste foi realizado pelo Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels, e o resultado levou à interdição cautelar do lote em todo o território nacional até que todas as análises sejam concluídas.

A agência também destacou que tal medida é preventiva e visa evitar riscos à saúde pública.

Irregularidades em suplementos alimentares

Além do leite condensado, a Anvisa apontou problemas em dois suplementos alimentares disponíveis no mercado: Glicojax e Durasil.

De acordo com o órgão regulador, ambos os produtos não possuem origem identificada ou fabricante regularizado e utilizam alegações terapêuticas sem comprovação científica, o que é proibido pela legislação sanitária.

O suplemento Glicojax, por exemplo, divulga supostos benefícios no controle de glicose sanguínea, suporte cardiovascular e controle da diabetes, alegações que a Anvisa afirma não serem respaldadas por evidências técnicas.

Já o Durasil, comercializado em forma de gotas, prometia alívio de dores e melhora da função erétil, também sem comprovação científica e com fabricante desconhecido, o que configura irregularidade sanitária.

Orientações ao consumidor

A agência reforçou aos consumidores que suplementos alimentares não são medicamentos e, portanto, não podem ser anunciados como tratamento ou cura de doenças.

Mesmo após as determinações, produtos irregulares ainda foram encontrados em lojas de comércio eletrônico, o que sinaliza a necessidade de atenção redobrada por parte dos compradores.

A Anvisa mantém canais oficiais de esclarecimento e recomendou que dúvidas sejam esclarecidas diretamente com a agência por meio de seus canais de atendimento.

Via: g1

 

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